Sexo forte

Dezembro 5, 2008

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O ano de 1968 marcou uma geração que cansou de ser espectadora. O que interessava para ela era participar do que estava acorrendo, era mudar os pensamentos arcaicos que reinavam. E nessa surpreendente trama, o papel principal foi dos jovens.

Os pensamentos daquela época eram carregados de conservadorismo e preconceito. O brilho das mulheres era ofuscado pelo dos homens, o homossexualismo era visto como uma doença que tinha de ser tratada, as drogas eram reprimidas e os desejos sexuais tinham de ser camuflados.

Cansados de tanta repressão os jovens passaram a lutar pela liberdade em todos os campos. E as mulheres, por sua vez, lutaram para conseguir o seu espaço na sociedade.
Cansadas de viver na frente de um fogão, quiseram sair para trabalhar. Queriam que a sociedade as visse como independentes, capazes de trilhar os seus caminhos sem viver às sombras de seus maridos. O movimento feminista tomou conta da década de 60 e Anne Zelensky (que viria a ser líder do movimento feminista nos anos 70) resume a contínua manifestação como “ nós começamos a dizer alto o que as mulheres diziam baixo”.

As mulheres que até então eram as esposas perfeitas estavam tomando nova forma. A idéia de que elas tinham que casar virgem enquanto os homens tinham os seus casos começou a ser modificada. As roupas não escondiam mais as curvas que antes eram exclusividades dos maridos. As calças jeans passaram a preencher também o guarda roupa feminino. Os sapatos não eram mais de madames que não necessitavam de conforto (já que antes a dama se vestia para posar), eram de trabalhadoras que precisavam ir em busca do seu sustento. O maior desejo das mulheres passou a ser a igualdade de direitos, de educação e de salário.

Foi nesse ano que as pílulas anticoncepcionais passaram a ser mais usadas, pois as jovens achavam que só assim teriam a liberdade sexual desejada por elas. Mas, como essas pílulas não eram suficientemente difundidas, elas começaram a lutar pelo direito ao aborto. Nada era proibido. Elas tinham o mundo todo para explorar, e acreditavam que a única coisa capaz de atrapalhar essa liberdade era o casamento. Por isso, o alto índice de divórcio na época.

O ano de 68 foi de extravagâncias e de euforia. A idéia de que tudo era possível encantou as mulheres do mundo inteiro. Elas queriam tomar frente de tudo, o passado estava enterrado, o que interessava agora era apenas o presente. Nada de preocupações.

Essa luta por igualdade foi revolucionária e fez com que as mulheres triunfassem em vários pontos. As conquistas daquela época são lembradas e conservadas até hoje. E se agora as mulheres são colocadas ao lado dos homens ( ao invés de atrás ou abaixo ), é graças àquelas fortes feministas que lutaram pelo ‘sexo frágil’.


Uma história em um romance

Dezembro 1, 2008

19681           O livro, 1968 – O ano que não terminou, escrito pelo jornalista Zuenir Ventura e lançado em língua portuguesa pela Editora Nova Fronteira S/A, conta a história do ano mais importante do século XX. A obra reconstitui, 20 anos depois, de forma emocionante o ano de 1968 e esclarece muitas dúvidas sobre os acontecimentos da época. O autor do livro fala com grande conhecimento sobre os movimentos ocorridos, não só por que os vivenciou, mas também por conta da pesquisa feita por ele de 10 meses mergulhados em revistas e jornais da época antes da publicação.

        Detalhista como só um jornalista consegue ser, Zuenir Ventura consegue levar o leitor, primeiramente, à virada do ano de 1967. O réveillon que aconteceu na casa de Heloísa Buarque de Hollanda e de seu marido antecipa a euforia que o novo ano estava inaugurando. Essa festa contou com a presença dos mais importantes nomes da inteligência brasileira do período e surpreendeu a todos pelas viradas de comportamento e de política que a festa reservou.

          Em suas primeiras horas, o ano de 1968 já se impôs com uma grande vontade de revolução, de busca pela liberdade e, principalmente, de sede pelo presente e desprezo pelo passado e pelo futuro. A história é contada como um grande romance, onde os protagonistas eram os jovens. Os capítulos seguintes desse livro são reservados aos acontecimentos que levaram ao “final” dramático desse conto. Depois de esclarecer como pensava a cabeça dos jovens e dos políticos da época, o autor cita em ordem cronológica (para ser o mais literário possível) e descreve com precisão os fatos mais marcantes decorrentes desses novos pensamentos. Como foi o caso das passeatas, do

 

assassinato do estudante Edson Luis, da sexta-feira sangrenta, da Marcha dos 100 mil, e das prisões arbitrárias.  Feito o retrato da época, fica claro ao leitor que alguma atitude viria a ser tomada. E infelizmente não era a revolução tão desejada pelos jovens que viria a triunfar.

            Como todos os romances, a história tem o seu começo (no réveillon), o seu meio (nas manifestações), e o seu fim. Mas para Zuenir Ventura esse ano, apesar de ter um dramático desfecho, não teve fim. E é sobre esse desfecho que o autor dedica os últimos capítulos do seu livro. Quando conta que, em uma sexta- feira 13, foi feita uma reunião que culminou no Ato Institucional – 5. Ele foi tão minucioso que o leitor acaba por ter, em alguns momentos, a impressão de estar na sala de reunião onde acontecia a discussão. O livro deixa claro a posição de cada governante político da época, e aponta o vice- presidente como contrário a esse Ato. Em um maravilhoso discurso, Pedro Aleixo declara que “O Ato Institucional elimina a própria Constituição”.  Mas a sua declaração não muda a decisão já tomada de implantar o AI-5, e é quando a ditadura triunfa. Inicialmente esse ato duraria 8 ou 9 meses, como acreditava Costa e Silva, mas ele havia se enganado, e o AI-5 perdurou por muito mais tempo.

         Ao final do livro o Autor declara que o ano não terminou, que na verdade, ele apenas teria começado. “1968 entrava para a História, senão como exemplo, pelo menos como lição”.  E é isso que o livro passa ao leitor. Um exemplo de jovens que, apesar de não terem tido êxito, lutaram pelo o que acreditavam e se opuseram ao governo. Uma lição que a geração atual deveria ter e que o livro revive.

                                                                                                                  


A droga fictícia

Novembro 30, 2008

Recebi um Email falando de uma suposta droga que vem ameaçando as mulheres. E acho importante esclarecer que essa droga só existe no mundo fantasioso dessas pessoas que escreveram. Esse texto circula desde 1999 em língua inglesa, mas só chegou ao Brasil em 2003. Essa droga chamada ‘progesterex’ NÃO existe e nunca foi fabricada.

Se tiverem alguma dúvida pesquisem na internet.

 

Abaixo está o email fantasioso que anda circulando:

 

“Progesterex (droga do estupro e esterilidade irreversível)

 

As pessoas que costumam freqüentar boates ou lugares semelhantes, devem ter muito cuidado e ficar alerta quando alguém oferecer-lhes uma bebida.

Há uma nova droga que está na moda e que se chama ‘progesterex’. Esta droga está sendo utilizada por violadores em festas, para abusar das suas vítimas. Já existem vários relatos envolvendo essa droga, principalmente com garotas, que no dia seguinte se lembram só de terem entrado na boate e depois disso mais nada.

Como o caso de uma jovem que foi a um bar com as amigas e depois de ter tomado uma bebida no copo errado, sumiu sem avisar. No outro dia amanheceu em um quarto de motel com quatro homens desconhecidos.

Apavorada e sem conseguir se mover ( pois como a droga inibi o sistema nervoso central, ela provoca a paralisia parcial nas pernas  por até 8 horas após o fim da amnésia). Quando teve condições ligou para que seu noivo fosse buscá-la, depois do exame de corpo delito, foi encontrado esperma de oito homens diferentes que tiveram relação sexual com ela naquela noite enquanto estava desacordada.

Progesterex é utilizada por veterinários para esterilizar animais grandes.

Diz-se que esta droga se usa em conjunto com Rophynol, uma droga que ao ser dissolvida em qualquer bebida, produz amnésia  ( a vítima não se recorda de nada que se passou).

Pregesterex, que também se dissolve facilmente, serve para evitar a gravidez. Desta forma o violador não tem que se preocupar com testes de paternidade para ser identificado meses depois.

ATENÇÃO! Os efeitos dessa droga não são temporários. Qualquer mulher que tome isso, jamais, entenda-se bem, jamais poderá ter filhos.

Estas pessoas sem escrúpulos conseguem obter este produto muito facilmente em qualquer faculdade de Veterinária. Também é utilizada para roubos, a homens ou mulheres, ou mesmo para tirar um órgão humano para tráfico de órgãos. O progesterez está sendo divulgado em muitos lugares havendo mesmo sites que ensinam a usá-lo.”


O jornalista deve publicar uma reportagem mesmo sabendo que ela pode prejudicar as pessoas?

Novembro 25, 2008

O papel do jornalista é informar, mostrar a realidade e saber expor os dois lados.

Informar a notícia como ela aconteceu, apresentando dados verídicos e completos. Mesmo que a reportagem criada venha a prejudicar alguém ou um grupo de pessoas, essa não deve ser a preocupação do jornalista. O seu único compromisso é com a verdade dos fatos.

Depois de apresentar essas notícias, cabe ao leitor informado fazer julgamentos e condenações sozinho. Sem a ajuda do repórter, que tem de ser imparcial.

Para não assumir posição alguma, é necessário que se apresente os dois lados de uma mesma história, sem colocar uma como verdadeira e outra como falsa.

Mesmo sendo notório que há um grande jogo de interesses por trás dos jornais, deve-se preservar o seu papel, a sua responsábilidade social. Apresentando o que acontece e não o que lhe é conviniente.


Naturalmente vida

Novembro 24, 2008

omsO Ministério da Saúde está com uma nova campanha para diminuir as cesarianas no Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estipula que o índice de partos com cirurgia seja de, no máximo, 15%, enquanto no Brasil esse índice chega a 43%.

Para que a meta de diminuição desses tipos de parto seja melhor alcançada, é necessária a colaboração também dos profissionais da área de saúde. Eles têm como dever informar os riscos e as vantagens das duas maneiras de se fazer um parto.

Para os médicos fica claro o maior número de aspectos positivos que a falta de uma cirurgia proporciona. Uma recuperação mais rápida, um custo menos, riscos mais baixos e a participação da mãe ativamente no processo, são alguns dos benefícios do parto normal.

A OMS aconselha que só seja indicada a cesariana nos casos de irregularidades na posição em que o bebê se encontra, nas condições de saúde da mãe ou na  maturidade do feto. Nos outros casos, a intenção é que a VIDA ocorra NATURALMENTE.


Um bom jornalista para um bom receptor

Novembro 19, 2008

O papel do jornalista é informar, mostrar a realidade e saber expor os dois lados. Informar a notícia como aconteceu, apresentando dados verídicos e completos. Um repórter tem de ser imparcial e, para isso, é necessário que se apresente os dois lados de uma mesma história. Sem colocar uma como verdadeira e a outra como falsa.
Mesmo sendo notório que há um grande jogo de interesses por trás dos jornais, deve-se preservar a ética e a responsabilidade social da imprensa.
A ética tem duas formas comuns para ser burlada no jornalismo. Quando se comete uma fraude ou um plágio. A primeira é quando há intenção do narrador em transmitir uma informação falsa para o público como sendo verdadeira. A segunda é quando um repórter é flagrado publicando como seu o texto de um terceiro.
Infelizmente, esses dois casos são, ainda, muito comuns no mundo do jornalismo. O filme “Shattered Glass” narra a falta de ética de um repórter. Stephen Glass era redator de uma famosa revista, The New Republic. Das 41 reportagens feitas por ele, descobriu-se que 27 eram falsas e foram apresentadas como verdadeiras.
Um outro caso ainda mais perto e recente, foi ao ar na rede SBT de televisão, no programa Domingo Legal, liderado por Gugu Liberato. Foi apresentada uma matéria em que supostos integrantes do PCC faziam declarações e até ameaças. Depois, descobriu-se que os supostos integrantes eram atores contratados pelo programa.
A falta de ética, principalmente a fraude, acarreta conseqüências enormes para a sociedade. O jornal é um formador de opinião pública. Se a notícia é falsa, essa opinião formada será equivocada, se não mentirosa.
A responsabilidade social de um jornalista é demonstrada no caso Welles. Em 30 de outubro de 1938, foi ao ar, na rádio CBS, a transmissão de “A Guerra dos Mundos”, encenada pelo grupo de teatro Mercury. Essa trama, liderada por Orson Wells, consistia na simulação de um ataque alienígena à Terra, inspirado na ficção do livro homônimo. Mas não foi dito ao longo da transmissão que era tudo uma encenação. O caso chamou atenção por que mais de 1,2 milhão de americanos acreditaram no que ouviram.
Os dois casos apontam como é grande a responsabilidade do jornalista, e como precisa ter cuidado com o que transmite. O poder deixado nas mãos de um jornalista é grande. Uma reportagem pode ser a janela da verdade e trazer a conscientização , essencial para a melhoria da sociedade. Ou, na mesma proporção, pode ser um transmissor de mentiras, criando falsos julgamentos e tomadas de decisão precipitadas.
O segundo motivo de indagação é quanto à atitude de quem recebe as informações. Os casos mostram o quanto a sociedade é facilmente manipulada pelos jornalistas. Os jornais passaram a ser mais do que formadores de opinião. É como se já tivessem as opiniões expostas, sem que seja necessário que o receptor pense, analise e faça julgamentos.
O privilégio da dúvida não é mais de todos. É, na grande maioria, apenas de repórteres. Pode parecer que essa posição seja um pouco radical, mas se for feita a análise de qual foi a ultima vez que algum receptor duvidou do que expôs o jornal, focará clara a facilidade com que a sociedade pode ser manipulada.
O jornal perderia a sua função principal se as pessoas não acreditassem nas informações transmitidas. Mas é necessário que o jornalista tenha responsabilidade e ética.
Hoje em dia, há muitos veículos de comunicação, o que facilita que o receptor não só receba informações, mas também as busque. O acúmulo de informações de fontes diferentes nos permite averiguar melhor. Portanto, formar a própria opinião diante do que é apresentado.


Jornal Nacional

Outubro 28, 2008

       O Jornal Nacional é o jornal mais assistido no Brasil. A sua audiência alcança todas as classes sociais e todas as idades. Ele tem a finalidade de informar a população de maneira clara e objetiva para que seja compreendido por qualquer pessoa, independente da sua área de especialização.

         

       Um dos temas mais noticiados por William Bonner e Fátima Bernardes, apresentadores do Jornal Nacional, tem sido a crise econômica mundial. A constante queda na Bolsa de Valores influencia a economia de todos os países, principalmente dos subdesenvolvidos. Por tanto é do interesse de toda a população brasileira acompanhar e entender o que está acontecendo nesse mercado.

       

       A Economia é uma área que possui muitos termos técnicos, mas eles devem ser usados entre pessoas que convivem e conhecem esse vocabulário. É inapropriado para Jornais que não são direcionados a economistas. O Jornal Nacional tem um público alvo abrangente, o que significa que ele tem que apresentar as notícias tanto para pessoas da área quanto para pessoas leigas. No entanto, a população que não tem contato com esse meio e acompanhar a crise apenas pelo JN, terá dificuldades para compreender. Uma das palavras mais utilizadas nas últimas edições do jornal foi “pregão”, um termo técnico desconhecido por muitos telespectadores e essencial para o entendimento das matérias.

       

        Em um Jornal popular as palavras mais complexas têm que ser evitadas ou seguidas de sua definição. Quando isso não acontece o jornal passa a informar com clareza apenas parte da população, fugindo do seu objetivo. E ao tratar da crise mundial, o JN não teve o devido cuidado para que toda a população que o acompanha compreenda as oscilações da Bolsa.


A Guerra dos Mundos

Outubro 20, 2008

    No dia 30 de outubro de 1938, a fim de demonstrar o tamanho da responsabilidade que uma notícia tem, foi ao ar na rádio CBS, sob o comando de Orson Welles, uma simulação de que a Terra teria sido invadida por alienígenas.

   No começo da transmissão foi avisado que os fatos a serem relatados não seriam verdadeiros e sim retirados da obra A Guerra dos Mundos do escritor inglês H. G. Wells. Mas como a intenção não era que todos soubessem, ao longo da transmissão não informaram que a história era fictícia, e grande parte das pessoas que ligaram o rádio depois do aviso acreditaram no que estava sendo noticiado e entraram em pânico.

    A simulação foi feita ao longo de uma suposta orquestra. A todo minuto a programação era interrompida para mais informações sobre a invasão de seres vindos de Marte à Terra. O compromisso com que tudo fosse o mais real possível foi selado. Vozes no fundo, entrevistas com testemunhas e autoridades, reportagens externas, efeitos sonoros, e até o modo como os comentaristas, no caso atores, conduziam e falavam contribuiu para que se acreditasse na veracidade do relato.

    Foi uma história muito bem contada, que deixou várias pessoas em estado de pânico nas ruas com a suposta guerra dos mundos. E a grande porcentagem de pessoas que acreditaram no que ouviram foi motivo de alerta sobre a responsabilidade do que se informa à população.

   Acredita-se que atualmente essa mesma simulação não teria a mesma repercussão, já que hoje temos vários veículos de informações, sendo a internet o mais rápido e atualizado deles. Mas muitos fatos mentirosos e fantasiosos, infelizmente, ainda são publicados, como por exemplo o caso do programa Domingo Legal. Neste programa o apresentador, Gugu Liberato, contratou atores para fazerem o papel de integrantes do PCC.


CRÔNICA – Deus é brasileiro?

Outubro 17, 2008

        Acredito que todos nós olhamos pelo menos uma vez, todos os dias, o quadro de medalhas na esperança de ganharmos mais um ouro, e pararmos de colecionar medalhas de bronze.

        Depois de algumas decepções, nesta segunda-feira, dia 28 de agosto, era QUASE certo que finalmente o Brasil ganharia a segunda medalha de ouro. Um QUASE nunca fez tanta diferença para Diego Hypólito, o brasileiro que era mais do que favorito no solo.

        Esse mesmo QUASE o ginasta preferiu chamar de Deus, quando em uma de suas entrevistas ele declara que só não traria  o ouro para casa se o Senhor não quisesse. Nunca tinha visto um atleta Olímpico com tanta confiança antes de fazer a prova, mesmo sentindo toda a pressão de se ser o favorito.

        Pois bem, Deus não quis e que assim seja. No final de sua série, em uma manobra que costuma executar com facilidade, o QUASE, ou a intervenção divina, decidiu acabar com a expectativa brasileira. O favorito leva um tombo que o despenca para o sexto lugar da competição.

       O quadro de medalhas não mudou, e é válido lembrar que, no país da chuteira, não podemos mais contar com um ouro no futebol Olímpico masculino, que vergonhosamente, foi eliminada em uma goleada pela Argentina; e nem feminino, que mais uma vez cedeu o lugar mais alto do pódio para as americanas.

       Se isso tudo realmente aconteceu por que Deus não quis, como declarou o ginasta Diego Hypólito, então, definitivamente, Deus não é brasileiro. Por isso prefiro acreditar que a culpa foi do QUASE.


Hello world!

Outubro 16, 2008

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